Notas iniciais do capítulo
Vamos a mais um capítulo betado pela Mah Spolador... Teamo flor!E a música romântica que a Bella escuta é The Reason - Hoobastank e Jennifer Lopesz e Pitbull - Dance Again.
POV BELLA
O vento batia no meu rosto, a sensação de liberdade era imensa. Nesse momento era eu. O vento e meu carro... Aproveito esse momento para pensar em minha vida, já fiz muita coisa apesar de minha pouca idade, já fiz coisas que muitos diriam ser erradas, já subornei, já ameacei, já usei meu corpo e tudo em troca de meu ideal: Vencer. Diante de um tribunal, eu queria ser a melhor e ter meu nome entre os advogados mais requisitados e mais bem pagos.
Meu nome é Isabella Swan, nasci em Nova York, tenho 26 anos e venho de uma família de advogados. Para mim, o direito estava no meu sangue no meu DNA. Mudei-me para a Pensilvânia após receber um convite de um grupo de advogados para montar um escritório onde teria apenas os melhores, entrei de cabeça e aqui estou eu, indo para uma cidade chamada Lancaster, que fica a noventa minutos de carro, saindo de Delaware onde moro.
A paisagem rural é magnífica, para todos os lados só há fazendas, ranchos e celeiros, mas, nada disso me atrai... Eu gosto de fumaça, barulho e tecnologia. Eu sou da cidade e o ar puro machuca meu nariz.
Pela estrada só vejo placas avisando que há passagem de carroças, mas como em pleno 2012 se anda de carroça? Meu Deus, que povo primitivo!
Resolvo ligar o rádio, o silêncio já estava me enchendo. Tocava uma música muito melosa para meu gosto, não gosto de nada muito romântico, esse blá, blá de poesia para mim era muito chato, mas deixo a música tocar para distrair, começo a cantar, mas para tudo rapidamente. Como eu estou cantando? Eu sei a letra? Surpreendendo a mim mesma. Esse lugar não vai chegar nunca? Já estou com a bunda doendo e a música do rádio troca e... Uhuhul essa música eu gosto e começo a cantar a plenos pulmões! Que sensação boa poder colocar as bruxas para fora!
Meu telefone começa a tocar, droga, onde eu o coloquei? Começo a me esticar para o banco ao lado a procura do bendito celular, faço algo impensado e me abaixo, porque o tal caiu embaixo do banco do passageiro.
Mas tudo foi muito rápido e quando olho para frente vem em minha direção a uma carroça toda preta, viro a direção para o lado contrário, querendo voltar para a pista certa, mas foi tudo em vão... Minha velocidade era muito alta, e depois veio à batida, o barulho, a dor a escuridão...
Minha cabeça dói, meu corpo dói , tudo dói, será que morri? Não... Acho que com meu histórico de vida eu não iria para o céu, porque aqui está muito calmo e fresquinho para ser o inferno. Tento abrir os olhos, mas claridade do ambiente faz com que meus olhos doam. Que sensação ruim! Tento me mexer, mas é impossível dói tudo! Toco em minha testa, sinto uma ardência e um curativo. Minha perna... Não consigo mexer, droga! Será que esta quebrada? Faço mais uma tentativa de abrir os olhos, resisto ao incômodo e me fixo na parede a minha frente. A parede é toda branca há poucos móveis pelo ambiente... Noto que estou num quarto, menos mal, não estou num hospital. Mas isso eu já sabia... Os hospitais fedem e aqui o cheiro era... Bom. Tinha um leve odor de madeira, apesar das dores que eu estava sentindo, o lugar era agradável.
Era um lugar simples, mas o que me era estranho foi o fato de que eu me senti muito bem... Eu, acostumada com luxo, me sentindo bem num lugar como este... Devo ter batido muito forte minha cabeça, estou fora do meu juízo.
Quem será que me trouxe para cá?
Como vim parar aqui?
Escuto um barulho e fecho novamente os olhos. Sinto a presença de alguém ao meu lado escuto uma voz infantil.
– Papai ela não vai ficar bem? – pergunta - Ela vai acordar?
– Eu acho que sim filha! - pausa - Ela logo acorda!!!
Nossa! Como essa menina pergunta... Eu vou abrir os olhos para ver quem são...
Para meu espanto é um homem alto e novo e uma menina, ela estava escondida atrás de seu pai. Eles eram estranhos e suas roupas eram estranhas. O homem chegou um pouco mais perto e me olhou nos olhos.
– Você está bem?
Sua voz é tão suave... Seus olhos são de um azul lindo!
Mas atrás daquele azul tinha muita tristeza... Nossos olhares ficaram presos um ao outro, mas a menina chamou atenção. Ela era uma cópia feminina do homem, ela devia ter uns seis anos...
Fico em silêncio, sem saber como agir diante destes estranhos. Apenas balanço a cabeça, afirmando que sim, eu estava bem. Com dores pelo corpo todo, confusa, mas bem.
– Me chamo Edward essa e minha filha, Mabel.
– Eu me chamo Isabella. O que a aconteceu comigo? Só lembro-me da estrada uma carroça e mais nada,
– Você sofreu um acidente. - sua voz me encantava.
– Mas, apesar do óbvio, que sofri um acidente... Como eu vim parar aqui? Quem me trouxe? Porque eu não fui para o hospital? Cadê meu carro, meu telefone...? Eu tinha uma audiência em Lancaster estão me esperando! - comecei a entrar em pânico - Tenho que avisar o escritório...
– Moça, fica calma. Você quase bateu em nós e eu lhe trouxe para cá, nós não temos um hospital por perto, seu carro ainda esta na estrada, ou melhor, no barranco, suas coisas estão ali, em cima da cadeira, você pode tentar entrar em contato com o seu pessoal...
Tento me mexer, mas não consigo...
– Você esta com a perna quebrada, o que você quer? Eu lhe ajudo.
– Pega minha bolsa - ele foi em direção à cadeira. Ele era meio tímido isso eu já havia notado. A menina não falava nada, só nos observava. Ele trouxe a bolsa e colocou em meu colo na cama... Droga, droga! Não tem sinal no meu celular e a bateria esta morrendo, começo a remexer na bolsa... Cadê o carregador? Oh não, acho será que ficou no porta-luvas do carro, enquanto eu falava comigo mesma, dois pares de olhos extremamente azuis me olhavam assustados.
– Você tem telefone ou computador ou qualquer coisa com a qual eu consiga falar com minha secretária? - a expressão de Edward foi de espanto a terror.
– Senhorita nós, não temos telefone nem esse tal computador. Eu acho que a senhorita deveria descansar um pouco, você esta muito agitada.
– Eu agitada? Dormir novamente? Você deve de estar de brincadeira comigo... Eu tenho pessoas me esperando! Não posso esperar! - eu já estava aos berros no quarto.
E Edward só me olhava assustado, me achando o ser mais doido do mundo.
Mas pensando bem, para mim, eles eram os estranhos!
– Senhorita? - o rapaz de preto me chama tirando-me de meus devaneios.
– Sim? - eu respondo.
– Você deve estar com fome, eu vou buscar algo para você comer. Mabel lhe fará companhia, tudo bem para você?
Apenas balanço a cabeça afirmando que ‘’tudo bem’’. Eu olho melhor para a menina... Ela usava um vestido, um avental e tinha uma toquinha. Era estranho uma menina usando uma roupa como uma velhinha... Ela era muito bonita, o rosto era de uma princesa. Ela não olhava nos meus olhos, estava olhando para seus pés e ela usava uma botinha e além de tudo, ela era muito parecida com seu pai e também com sua eu acho... Pensando nisso...
– Cadê sua mãe? - ela olhou para mim, mas baixou novamente a cabeça.
– Minha mãe ta no céu. - sua voz era uma doçura. Então ela não tinha mais mãe, tadinha.
Que isso Bella, tá ficando doida? Desde quando você acha uma criança com uma voz doce ou tem pena por ela não ter mãe? A batida deve ter sido forte mesmo, tá ficando mole, tá doida mulher?
Ajeitei-me melhor na cama, e comecei a olhar melhor o ambiente. Como eu já havia notado ele era muito simples, mas, era limpo. Havia uma cadeira onde estavam minhas coisas no canto, na outra extremidade do quarto tinha uma cômoda com muitas gavetas, era muito antiga, mas em ótimo estado. Em cima, tinha um jarro dentro da bacia e ao lado um lampião.
Meu Deus... Será que aqui não tem eletricidade? Dando uma nova geral no ambiente cadê o abajur? Estou ficando nervosa... Cadê a lâmpada, a tomada...? Eu acho que vou desmaiar, está tudo rodando... Como vou avisar o escritório onde eu estou?
O homem de preto entra no quarto carregando uma bandeja o cheiro tomou conta do quarto ele chega perto e eu noto como ele é alto... Porque ele usa esses cachos ridículos no cabelo? Ele tinha tudo para ser bonito, mas era muito estranho, sério... Na bandeja -muito arrumada- tinha um prato com sopa bem quente, um copo com água e um pão tipo caseiro, parecia tudo ótimo. Dei a primeira colherada e realmente estava gostosa, dou outras colheradas e faço uma pergunta para a dupla calada - que só me observava como se eu fosse um objeto estranho.
– Edward, como eu faço para me comunicar com Delaware?
– Indo ate lá... - sua resposta me fez perder o apetite...
Estou isolada num lugar estranho com gente estranha.
CONTINUA.
O vento batia no meu rosto, a sensação de liberdade era imensa. Nesse momento era eu. O vento e meu carro... Aproveito esse momento para pensar em minha vida, já fiz muita coisa apesar de minha pouca idade, já fiz coisas que muitos diriam ser erradas, já subornei, já ameacei, já usei meu corpo e tudo em troca de meu ideal: Vencer. Diante de um tribunal, eu queria ser a melhor e ter meu nome entre os advogados mais requisitados e mais bem pagos.
Meu nome é Isabella Swan, nasci em Nova York, tenho 26 anos e venho de uma família de advogados. Para mim, o direito estava no meu sangue no meu DNA. Mudei-me para a Pensilvânia após receber um convite de um grupo de advogados para montar um escritório onde teria apenas os melhores, entrei de cabeça e aqui estou eu, indo para uma cidade chamada Lancaster, que fica a noventa minutos de carro, saindo de Delaware onde moro.
A paisagem rural é magnífica, para todos os lados só há fazendas, ranchos e celeiros, mas, nada disso me atrai... Eu gosto de fumaça, barulho e tecnologia. Eu sou da cidade e o ar puro machuca meu nariz.
Pela estrada só vejo placas avisando que há passagem de carroças, mas como em pleno 2012 se anda de carroça? Meu Deus, que povo primitivo!
Resolvo ligar o rádio, o silêncio já estava me enchendo. Tocava uma música muito melosa para meu gosto, não gosto de nada muito romântico, esse blá, blá de poesia para mim era muito chato, mas deixo a música tocar para distrair, começo a cantar, mas para tudo rapidamente. Como eu estou cantando? Eu sei a letra? Surpreendendo a mim mesma. Esse lugar não vai chegar nunca? Já estou com a bunda doendo e a música do rádio troca e... Uhuhul essa música eu gosto e começo a cantar a plenos pulmões! Que sensação boa poder colocar as bruxas para fora!
Meu telefone começa a tocar, droga, onde eu o coloquei? Começo a me esticar para o banco ao lado a procura do bendito celular, faço algo impensado e me abaixo, porque o tal caiu embaixo do banco do passageiro.
Mas tudo foi muito rápido e quando olho para frente vem em minha direção a uma carroça toda preta, viro a direção para o lado contrário, querendo voltar para a pista certa, mas foi tudo em vão... Minha velocidade era muito alta, e depois veio à batida, o barulho, a dor a escuridão...
Minha cabeça dói, meu corpo dói , tudo dói, será que morri? Não... Acho que com meu histórico de vida eu não iria para o céu, porque aqui está muito calmo e fresquinho para ser o inferno. Tento abrir os olhos, mas claridade do ambiente faz com que meus olhos doam. Que sensação ruim! Tento me mexer, mas é impossível dói tudo! Toco em minha testa, sinto uma ardência e um curativo. Minha perna... Não consigo mexer, droga! Será que esta quebrada? Faço mais uma tentativa de abrir os olhos, resisto ao incômodo e me fixo na parede a minha frente. A parede é toda branca há poucos móveis pelo ambiente... Noto que estou num quarto, menos mal, não estou num hospital. Mas isso eu já sabia... Os hospitais fedem e aqui o cheiro era... Bom. Tinha um leve odor de madeira, apesar das dores que eu estava sentindo, o lugar era agradável.
Era um lugar simples, mas o que me era estranho foi o fato de que eu me senti muito bem... Eu, acostumada com luxo, me sentindo bem num lugar como este... Devo ter batido muito forte minha cabeça, estou fora do meu juízo.
Quem será que me trouxe para cá?
Como vim parar aqui?
Escuto um barulho e fecho novamente os olhos. Sinto a presença de alguém ao meu lado escuto uma voz infantil.
– Papai ela não vai ficar bem? – pergunta - Ela vai acordar?
– Eu acho que sim filha! - pausa - Ela logo acorda!!!
Nossa! Como essa menina pergunta... Eu vou abrir os olhos para ver quem são...
Para meu espanto é um homem alto e novo e uma menina, ela estava escondida atrás de seu pai. Eles eram estranhos e suas roupas eram estranhas. O homem chegou um pouco mais perto e me olhou nos olhos.
– Você está bem?
Sua voz é tão suave... Seus olhos são de um azul lindo!
Mas atrás daquele azul tinha muita tristeza... Nossos olhares ficaram presos um ao outro, mas a menina chamou atenção. Ela era uma cópia feminina do homem, ela devia ter uns seis anos...
Fico em silêncio, sem saber como agir diante destes estranhos. Apenas balanço a cabeça, afirmando que sim, eu estava bem. Com dores pelo corpo todo, confusa, mas bem.
– Me chamo Edward essa e minha filha, Mabel.
– Eu me chamo Isabella. O que a aconteceu comigo? Só lembro-me da estrada uma carroça e mais nada,
– Você sofreu um acidente. - sua voz me encantava.
– Mas, apesar do óbvio, que sofri um acidente... Como eu vim parar aqui? Quem me trouxe? Porque eu não fui para o hospital? Cadê meu carro, meu telefone...? Eu tinha uma audiência em Lancaster estão me esperando! - comecei a entrar em pânico - Tenho que avisar o escritório...
– Moça, fica calma. Você quase bateu em nós e eu lhe trouxe para cá, nós não temos um hospital por perto, seu carro ainda esta na estrada, ou melhor, no barranco, suas coisas estão ali, em cima da cadeira, você pode tentar entrar em contato com o seu pessoal...
Tento me mexer, mas não consigo...
– Você esta com a perna quebrada, o que você quer? Eu lhe ajudo.
– Pega minha bolsa - ele foi em direção à cadeira. Ele era meio tímido isso eu já havia notado. A menina não falava nada, só nos observava. Ele trouxe a bolsa e colocou em meu colo na cama... Droga, droga! Não tem sinal no meu celular e a bateria esta morrendo, começo a remexer na bolsa... Cadê o carregador? Oh não, acho será que ficou no porta-luvas do carro, enquanto eu falava comigo mesma, dois pares de olhos extremamente azuis me olhavam assustados.
– Você tem telefone ou computador ou qualquer coisa com a qual eu consiga falar com minha secretária? - a expressão de Edward foi de espanto a terror.
– Senhorita nós, não temos telefone nem esse tal computador. Eu acho que a senhorita deveria descansar um pouco, você esta muito agitada.
– Eu agitada? Dormir novamente? Você deve de estar de brincadeira comigo... Eu tenho pessoas me esperando! Não posso esperar! - eu já estava aos berros no quarto.
E Edward só me olhava assustado, me achando o ser mais doido do mundo.
Mas pensando bem, para mim, eles eram os estranhos!
– Senhorita? - o rapaz de preto me chama tirando-me de meus devaneios.
– Sim? - eu respondo.
– Você deve estar com fome, eu vou buscar algo para você comer. Mabel lhe fará companhia, tudo bem para você?
Apenas balanço a cabeça afirmando que ‘’tudo bem’’. Eu olho melhor para a menina... Ela usava um vestido, um avental e tinha uma toquinha. Era estranho uma menina usando uma roupa como uma velhinha... Ela era muito bonita, o rosto era de uma princesa. Ela não olhava nos meus olhos, estava olhando para seus pés e ela usava uma botinha e além de tudo, ela era muito parecida com seu pai e também com sua eu acho... Pensando nisso...
– Cadê sua mãe? - ela olhou para mim, mas baixou novamente a cabeça.
– Minha mãe ta no céu. - sua voz era uma doçura. Então ela não tinha mais mãe, tadinha.
Que isso Bella, tá ficando doida? Desde quando você acha uma criança com uma voz doce ou tem pena por ela não ter mãe? A batida deve ter sido forte mesmo, tá ficando mole, tá doida mulher?
Ajeitei-me melhor na cama, e comecei a olhar melhor o ambiente. Como eu já havia notado ele era muito simples, mas, era limpo. Havia uma cadeira onde estavam minhas coisas no canto, na outra extremidade do quarto tinha uma cômoda com muitas gavetas, era muito antiga, mas em ótimo estado. Em cima, tinha um jarro dentro da bacia e ao lado um lampião.
Meu Deus... Será que aqui não tem eletricidade? Dando uma nova geral no ambiente cadê o abajur? Estou ficando nervosa... Cadê a lâmpada, a tomada...? Eu acho que vou desmaiar, está tudo rodando... Como vou avisar o escritório onde eu estou?
O homem de preto entra no quarto carregando uma bandeja o cheiro tomou conta do quarto ele chega perto e eu noto como ele é alto... Porque ele usa esses cachos ridículos no cabelo? Ele tinha tudo para ser bonito, mas era muito estranho, sério... Na bandeja -muito arrumada- tinha um prato com sopa bem quente, um copo com água e um pão tipo caseiro, parecia tudo ótimo. Dei a primeira colherada e realmente estava gostosa, dou outras colheradas e faço uma pergunta para a dupla calada - que só me observava como se eu fosse um objeto estranho.
– Edward, como eu faço para me comunicar com Delaware?
– Indo ate lá... - sua resposta me fez perder o apetite...
Estou isolada num lugar estranho com gente estranha.
CONTINUA.
Notas finais do capítulo
Boa noite meninas!Venho aqui para dizer como estou feliz/honrada/emocionada em poder fazer parte, de alguma forma, dessa fic maravilhosa e que ao meu ponto de vista, promete muito!
Continuem comentando e dando esse super apoio para a nossa autora, afinal, ela merece!
Clau, obrigada pela confiança e carinho! ♥
Beijos,
Máh - Beta.

